Nas primeiras horas após o ataque dos EUA à Venezuela para capturar Nicolás Maduro, a esquerda reagiu com condenação veemente. Políticos, militantes e intelectuais disseram que a operação viola soberania e direito internacional, exigindo solução via diplomacia e organismos internacionais.
A reação não apenas critica a ação, mas também revê o alinhamento entre governos de esquerda na região. A proximidade entre Lula e Trump, celebrada recentemente com redução de tarifas e retirada de sanção, é reavaliada por setores da esquerda.
Reação de líderes da esquerda
O presidente Lula classificou a ofensiva como violação grave à soberania venezuelana e pediu resposta da ONU. O PT manteve tom de repúdio à operação, classificando-a como sequestro de Maduro e de Cilia Flores, com riscos à estabilidade regional.
Líderes no Congresso destacaram a necessidade de mediação internacional. Parlamentares do PT defenderam diálogo via ONU, OEA e outros órgãos, para buscar desescalada e proteção de civis. Críticos enfatizaram que intervenção militar não resolve o conflito.
Ministérios e figuras da sociedade civil também entraram no debate. Ativistas, intelectuais e defensores de direitos humanos afirmaram que agressões militares afetam milhões e podem ampliar tensões na região.
Diversos analistas e especialistas em política internacional ressaltaram o retorno de velhos padrões de intervencionismo. Destacaram a importância de preservar a integridade territorial venezuelana e evitar precedentes para outros países da região.
Apoio político à Venezuela entre membros da esquerda foi acompanhado por chamadas a soluções diplomáticas. A defesa da soberania venezuelana ganhou apoio de vozes diversas, que enfatizam negociações sob supervisão internacional.
Entre na conversa da comunidade