O artigo discute uma configuração internacional emergente, na qual os Estados Unidos se mantêm ausentes ou hostis à ordem global existente. O tema central é o conceito de “world minus one”, em que o país não lidera nem coopera plenamente, desafiando normas multilaterais.
Na análise, Trump é apresentado como figura-chave, apontado como responsável por ataques persistentes à legalidade internacional, tarifas unilaterais e afastamento de institutos multilaterais. O texto descreve, ainda, uma mistura perigosa de isolamento e agressividade.
O texto destaca que a ordem global pode resistir mesmo com a ausência norte-americana, desde que instituições multilaterais se adaptem. A ideia é que a cooperação persista por meio de normas compartilhadas e compromissos entre demais países.
O que é “world minus one”
A narrativa sustenta que o mundo não se tornou apenas multipolar, mas incompleto sem a participação dos EUA. A ausência norte-americana é apresentada como um elemento disruptivo, não apenas de poder, mas de aliança estratégica.
Exemplos de cooperação persistence
Mesmo sem a participação plena dos EUA, instituições como UNCLOS, o Acordo de Paris e o ICC teriam continuidade. O texto aponta usos práticos dessas estruturas para manter direitos marítimos, metas climáticas e responsabilização de crimes.
Caminhos para a governança global
A adaptação de organismos multilaterais é apontada como essencial. Reformas, maior representatividade e reforço de mecanismos de cooperação são citadas como formas de enfrentar o cenário de isolamento.
Enfoques históricos e legado
O material remete à história das relações internacionais, destacando que hegemonia única não é requisito para abertura econômica e cooperação. Novos padrões podem emergir mesmo com resistência de Washington.
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