Os EUA depuseram Nicolás Maduro em uma operação noturna, com o dirigente detido em Nova York. Maduro aguarda audiência no tribunal de segunda-feira, acusado de narcoterrorismo e outras acusações ligadas a drogas.
A União Europeia reafirmou que o direito internacional deve ser respeitado e que a vontade do povo venezuelano precisa guiar qualquer transição. O bloco publicou um pronunciamento com o apoio de 26 dos 27 Estados-membros; a Hungria não assinou.
O texto destacou a necessidade de contenção de conflitos e cooperação para enfrentar crime organizado e tráfico de drogas, mediante respeito ao direito internacional e à soberania venezuelana. Maduro nega as acusações.
Histórico: a UE já havia dito que Maduro não possuía legitimidade democrática e defendia uma transição democrática conforme a vontade popular. O governo dos EUA tem pressionado por mudanças políticas na Venezuela, com apoio parcial da UE.
A UE mantém contato próximo com os EUA e outras nações parceiras, sem divulgar detalhes adicionais sobre a operação ou o andamento do caso. A Hungria não comentou a razão de não ter assinado o comunicado.
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