O Ministério da Saúde acionou a Força Nacional do SUS para monitorar o cenário sanitário na fronteira com a Venezuela, em resposta ao ataque ocorrido no sábado. A equipe avalia estruturas, profissionais, vacinas e insumos em Roraima, buscando estruturar plano de contingência.
Antes do episódio, o SUS já mantinha vigilância constante na região e estava pronto para ampliar equipes, estrutura e insumos conforme agravamento da crise venezuelana. A pasta também mantinha fluxo migratório estável até o momento.
Ações e cooperação
Após o ataque, o MS estruturou uma resposta com apoio da OPAS/OMS e avaliação de ampliação da capacidade, inclusive de hospitais de campanha, se necessário. A cooperação visa reduzir impactos no sistema público brasileiro.
Monitoramento e contingência
Equipes da AgSUS, FNSUS e Saúde Indígena foram mobilizadas para reforçar vigilância, apoio a imunização e distribuição de insumos. O objetivo é manter atendimento adequado aos migrantes na fronteira, independentemente do status migratório.
Operação Acolhida e Saúde nas Fronteiras
Desde 2025, a Operação Acolhida é coordenada pelo Ministério da Saúde, com o Projeto Saúde nas Fronteiras em parceria com a AgSUS. Em 2025, 40 profissionais permanentes atuam nos abrigos em Pacaraima e Boa Vista, com investimento de cerca de 900 mil até dezembro.
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