A Hungria tem buscado reduzir a dependência de energia russa, ampliando fontes alternativas. Entre as ações, está um acordo com a Chevron para importar gás natural liquefeito, num volumen de 2 bilhões de metros cúbicos em 2025. O movimento ocorre em meio a pressões da UE e da OTAN por diversificação.
O primeiro-ministro Viktor Orbán afirmou que, com a Venezuela sob controle, EUA e Caracas poderiam deter até 40% a 50% das reservas globais de petróleo, o que, na visão dele, influenciaria fortemente o preço mundial da energia. A fala ocorreu durante uma coletiva anual com a imprensa internacional.
Maduro foi capturado e encaminhado a Nova York, onde deverá enfrentar acusações relacionadas a drogas, segundo informações do fim de semana. A operação foi conduzida por forças especiais, marcando a maior intervenção militar dos EUA na América Latina desde 1989.
A diversificação energética de Budapeste também envolve sanções e juros políticos internacionais. Além do acordo com a Chevron, a Hungria já expõe planos para reduzir a dependência do petróleo russo, buscando fornecedores alternativos no mercado global.
A governança húngara reforça que a mudança de fornecedores visa manter a segurança energética do país, especialmente em ano de eleições, quando as decisões políticas têm impacto direto nas relações com parceiros externos e nas sanções vigentes.
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