Donald Trump elogiou, durante a reunião anual de republicanos da Câmara, uma operação militar que atacou a Venezuela, destacando-a como uma façanha “brilhante” e que resultou na captura do líder Nicolás Maduro. O evento ocorreu em Washington, no Kennedy Center, nesta terça-feira, com clima de apoio entre os presentes.
O discurso duro teve duração próxima de 90 minutos e reuniu membros da maioria conservadora. Trump descreveu a operação como complexa e elogiou a participação de forças especiais, sem registrar fatalidades entre os soldados americanos. A avaliação sobre perdas na parte venezuelana também foi mencionada de forma crítica.
Apesar da aparente celebração, o ataque gerou controvérsia entre ex-aliados. Acontecimentos no fim de semana anterior, envolvendo ações contra o governo venezuelano, renderam críticas a ele por supostamente se envolver em questões externas. Alguns aliados lembraram que o episódio gerou tensões com democratas.
Detalhes do ocorrido
Trump afirmou ter comandado uma operação com grande número de aeronaves, sem dar números oficiais, e mencionou a presença de tropas no terreno. Ele ressaltou que não houve mortes entre as forças americanas, mas que houve golpes contra adversários no terreno.
Repercussão entre a base do partido
Durante o encontro, a plateia reagiu com aplausos ao elogio da operação e à defesa de políticas de segurança externa defendidas pelo governo. O líder republicano afirmou a necessidade de vitória nas eleições de meio de mandato para evitar procedimentos de impeachment futuros, mantendo o tom de campanha.
Contexto político
O discurso foi proferido no espaço que recentemente recebeu uma remodelação institucional pelo grupo alinhado ao ex-presidente, sob o rótulo de apoio à agenda Trump. A fala ocorreu em meio a discussões sobre a atuação americana em assuntos internacionais e sobre a estratégia de combate a adversários considerados por Trump como autoritários.
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