Trump afirma que a Venezuela irá entregar cerca de US$ 2 bilhões em petróleo aos EUA, como parte de negociações para abrir o setor aos produtores norte-americanos. O governo venezuelano estaria respondendo a essa cobrança, segundo o ex-presidente.
Segundo a fala dele publicada nas redes, grande parte do petróleo estocado ou carregando em petroleiros não pôde sair devido a bloqueio anterior, relacionado a operações de pressão que derrubaram Nicolás Maduro em fins de semana recentes.
Entre os envolvidos, há autoridades venezuelanas e assessores da Casa Branca, incluindo a secretária de imprensa Karoline Leavitt, que trataram o tema em comunicado. A versão oficial norte-americana aponta negociações em curso como forma de evitar novas intervenções.
Os desdobramentos ocorrem em meio a um ambiente de ações estrangeiras e mobilização de recursos, com bloqueios ao petróleo venezuelano e pressões políticas internacionais. A própria narrativa sinaliza mudanças na postura de Caracas frente a empresas petrolíferas estrangeiras.
Mudanças na agenda internacional
- Enquanto a negociação com a Venezuela é destacada, autoridades europeias também reagiram a campanhas de Trump em outros fronts, como a possível expansão de operações no Ártico.
- A gestão federal norte-americana tem discutido várias opções de política externa, incluindo usos potenciais da força em cenários estratégicos, sem anunciar ações imediatas.
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