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Trump faz ameaças a Cuba; Diaz-Canel reage de forma oficial

Trump ameaça Cuba no Truth Social; Díaz-Canel defende soberania e acusa os EUA de asfixia econômica, prometendo defender a Pátria

Foto montagem presidente de cuba é o Miguel Díaz-Canel Bermúdez e o presidente dos EUA, Donald Trump. Fotos: Ricardo Stuckert/PR e REUTERS/Kevin Lamarque
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Donald Trump ameaçou Cuba em posts publicados neste domingo (11) na rede Truth Social, na figura do atual presidente dos EUA. A ameaça envolve o corte do petróleo venezuelano que sustentava Cuba, em razão de a Venezuela ter tido o fornecimento impactado após o sequestro de Nicolás Maduro. A fala menciona que Cuba dependia de petróleo e recursos vindos da Venezuela e que, segundo Trump, o apoio de Cuba a ditadores venezuelanos não seria mais possível.

O texto também aponta que a base de seguranças cubanos para Maduro foi afetada, e afirma que a Venezuela contaria agora com a proteção de uma das forças militares mais poderosas do mundo, os EUA, para defender seus interesses. Em tom de alerta, Trump sugere que Cuba deveria buscar um acordo antes que a situação se agrave. A mensagem foi divulgada pela sua rede social.

Diaz-Canel, presidente de Cuba, respondeu pelas redes sociais com tom duro e soberano. Ele garantiu que Cuba é uma nação livre, independente e resistente a pressões externas, destacando que o país não ameaça, mas se prepara para defender a Pátria até o fim. O líder cubano também citou que as dificuldades econômicas resultam de medidas de bloqueio de longa data impostas pelos EUA.

Segundo Diaz-Canel, as políticas de bloqueio aplicadas há décadas contribuíram para o pior cenário econômico em Cuba, e as recentes ações de Washington seriam uma continuação dessa estratégia. Ele afirmou que quem culpa a revolução cubana pelas carências econômicas deveria reconhecer o impacto das sanções americanas sobre a ilha.

O cubano ressaltou que os EUA não teriam autoridade para apontar o dedo a Cuba, alegando que muitas decisões norte-americanas envolvem interesses comerciais que afetam pessoas. A fala completa mantém o tom de defesa do modelo político escolhido pelo povo cubano e rejeita pressões externas.

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