A.. Cambodja mantém ofensiva contra centros de golpes após prisão de suposto mandachuva e extradição para a China. A detenção de Chen Zhi, magnata ligado ao Prince Group, ocorre em meio a uma campanha regional para desmantelar redes de fraude transnacional. A extradição foi para a China, sob acusação de fraude e operação de cassinos ilegais.
A prisão e a extradição foram resultado de uma cooperação entre China e Camboja, cujos detalhes não foram tornados públicos. O Ministério das Relações Exteriores de Camboja afirmou que a luta contra crimes transfronteiriços continua e que foram adotadas medidas para erradicar esse tipo de crime com o uso de novas tecnologias.
Chen Zhi, homem de origem chinesa e cerca de 30 e poucos anos, lidera o conglomerado Prince Group, com atuação em diversos setores. Autoridades americanas já haviam apontado o grupo como envolvido em uma das maiores operações de fraude de investimentos. Camboja já congelou ativos ligados ao Prince Group, assim como outras jurisdições no exterior.
As investigações associadas ao Prince Group tiveram início há meses e envolveram diferentes países. O grupo é ligado a redes de golpe online que operam em Camboja, Myanmar e Laos, empregando milhares de trabalhadores. Entre as vítimas estão pessoas recrutadas com promessas de empregos em tecnologia e hotelaria, forçadas a fraudar terceiros.
Segundo o chanceler cambojano, a cooperação com Estados Unidos, China, Coreia do Sul e vizinhos ganhou relevância ao longo do processo. O ministro enfatizou que a prisão de Chen Zhi e sua extradição não encerram o combate, mas reforçam o compromisso do Camboja com a segurança transnacional. O governo informou ainda que a nacionalidade de Chen foi revisada durante as investigações, levando à decisão de extraditá-lo à China.
Observação: a cobertura baseia-se em reportagens de agências internacionais, com foco em dados oficiais e declarações governamentais. As informações continuam sendo acompanhadas pelas autoridades dos países envolvidos.
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