O Senado dos EUA rejeitou uma resolução de poderes de guerra que impediria o presidente Donald Trump de ações militares adicionais na Venezuela sem notificação ao Congresso. O texto contou com apoio de democratas e de alguns republicanos, incluindo Hawley e Young, que mudaram de posição após alegadas garantias da administração.
Com as mudanças, o Senado ficou dividido em 50 a 50. JD Vance fez o voto decisivo, encerrando a medida. Rand Paul, Lisa Murkowski e Susan Collins votaram pela resolução, ao lado dos democratas, enquanto Hawley e Young apoiaram o voto contrário.
O presidente pressionou os colegas republicanos para rejeitar a medida que limitava sua autoridade, após a captura noturna do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro em uma operação surpresa. Young afirmou ter recebido garantias de que não há tropas americanas na Venezuela e que, se houver operações de maior escala, a autorização do Congresso seria solicitada com antecedência.
Garantias da administração e desdobramentos
O político também informou que, em caso de ações militares relevantes, pediria autorização prévia ao Congresso. O episódio evidencia tensões entre a agenda externa de Trump e o supervisionamento do Legislativo sobre a política de guerra. A votação ainda reflete o cuidado de capitólios com a estratégia regional na América do Sul.
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