O avião Air Force One abortou a viagem de Donald Trump para Davos nesta terça-feira e retornou a Washington D.C. após a identificação de um problema elétrico considerado menor. A decisão foi tomada pela tripulação logo após a decolagem, por precaução, segundo a Casa Branca.
Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca, informou que a falha foi detectada logo após a decolagem e o retorno ocorreu para garantir a segurança. Um repórter da imprensa da Casa Branca que acompanhava o presidente relatou que as luzes na cabine de imprensa piscaram durante a decolagem, sem mais explicações dadas naquele momento.
Ao pousar, Trump deveria transferir-se para uma segunda aeronave e seguir para o encontro no Fórum Econômico Mundial em Davos. A comitiva inclui o secretário de Estado Marco Rubio, a chefe de gabinete Susie Wiles, o vice-chefe de gabinete Stephen Miller e o diretor do Conselho Econômico Nacional, Kevin Hassett.
Contexto da operação
As aeronaves que servem como Air Force One estão em serviço há quase quatro décadas, com a Boeing buscando entregar substitutas, ainda sem prazos confirmados. Questionamentos sobre a frota têm ganhado atenção devido a atrasos na entrega de novos modelos.
Histórico de incidentes envolvendo a comitiva também é mencionado para contextualizar a situação. Em 2025, houve controvérsia quando a família governante do Qatar ofereceu um Boeing 747-8 para integrar a frota presidencial, a qual permanece em retrofit para atender padrões de segurança dos EUA.
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