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Mulher grávida em sofrimento médico é deportada dos EUA, diz advogado

Mulher grávida de oito meses, em estado médico grave, está sendo deportada de Atlanta; advogado pede atendimento médico emergencial e manutenção do status quo

A federal agent wears an Immigration and Customs Enforcement badge at the immigration court in New York in June 2025.
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Uma mulher de 21 anos, grávida de oito meses, está sendo deportada de Atlanta, segundo um advogado de direitos humanos. A paciente apresentava quadro de mal-estar médico no momento da remoção iminente.

O Kennedy Center for Human Rights garante que a defesa busca atendimento médico emergencial para a gestante, identificada como Zharick Daniela Buitrago Ortiz. A ação inclui medida judicial para preservar o status quo e assegurar tratamento.

Segundo o advogado Anthony Enriquez, Ortiz está prestes a embarcar para a Colômbia. A embaixada de imigração confirmou a proximidade da remoção à Guardian, que reporta a localização atual no aeroporto internacional de Atlanta.

Envolvidos e contexto

Ortiz e a mãe entraram nos EUA pela fronteira do Texas em novembro, alegando buscar asilo. Em audiência de medo credível, a mãe foi considerada elegível para dar entrada no processo de asilo; Ortiz recebeu ordem de remoção acelerada, segundo o defensor.

ICE confirmou a proximidade da deportação e que a mulher estava no aeroporto. A agência encaminhou pedidos de comentário à operação de El Paso. A Guardian apurou informações para a matéria.

Questionamentos sobre assistência médica

Ortiz relata fortes dores abdominais e nas costas, náuseas e vômitos; segundo o advogado, ela não tem recebido atendimento médico necessário. A defesa alerta para políticas que deveriam evitar a detenção de gestantes, ainda que não estejam sendo plenamente aplicadas.

Críticas anteriores apontam falhas no cuidado médico de detidas grávidas sob custódia de imigração, com relatos de sangramentos, abortos espontâneos e amarras físicas. A matéria mantém o foco em dados e em versões oficiais.

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