Dois homens e três mulheres foram presos na ligação com o ataque a tiros contra o juiz estadual de Indiana, Steven Meyer, e sua esposa, Kimberly, na residência deles em Lafayette. O episódio ocorreu em 18 de janeiro, dentro de casa no condado de Tippecanoe. A polícia informou que os tiros geraram ferimentos no braço do juiz e na anca de Kimberly. Casos de munições foram recolhidos no local.
Entre os detidos, três enfrentam acusações de tentativa de homicídio e de conluio para cometer homicídio: Raylen Ferguson, Thomas Moss e Blake Smith. A polícia indicou que Ferguson pode ser alvo de ampliações de pena por envolvimento com gangues e armas.
Amanda Milsap, de 45 anos, é acusada de suborno e obstrução de justiça. Zenada Greer, de 61, de Lexington, é apontada como quem ajudou criminosos e cometeu obstrução de justiça.
Detalhes e desdobramentos
Moss, com 43 anos, já respondia no Meyer a acusações de violência doméstica, intimidação e porte ilegal de arma por felonia, com audiência marcada para sexta-feira. Smith, também de 32 anos, é natural de Lafayette; Ferguson, de 38, vem de Lexington, algo distante cerca de 400 km.
A polícia citou a possibilidade de enquadramentos adicionais ligados a armas de fogo e gangues contra os três suspeitos, o que pode elevar as penas caso condenados. Testemunhas e autoridades locais acompanham o caso de perto.
Contexto institucional
O ataque provocou preocupação entre juízes em Indiana. A chefe do judiciário estadual, Loretta Rush, pediu vigilância reforçada na segurança de magistrados. Ela destacou a importância de manter a confiança no sistema judicial mesmo diante de violência contra autoridades.
Steven Meyer emitiu comunicado agradecendo o apoio de amigos, da comunidade, de colegas do tribunal e da polícia. O juiz afirmou que mantém fé no sistema judicial e que a violência não abala a busca por soluções pacíficas. Meyer e Kimberly seguem se recuperando.
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