Davos, Suíça – O presidente dos EUA, Donald Trump, e outros altos funcionáвропis do governo americano chegaram a Davos nesta semana, para participar do World Economic Forum. O tom foi marcado por receios misturados a resignação diante da forma como a administração conduz os temas globais.
Ao longo do encontro, executivos e autoridades reconheceram pontos da agenda de Trump, como o maior empenho europeu em segurança, mas desapontaram-se com a forma de apresentação do líder americano. Observadores disseram que o tom do discurso foi contundente e provocou desconforto entre alguns participantes.
Trump realizou uma participação de mais de uma hora e apresentou propostas polêmicas. Em Davos, o tema de maior destaque foi a possível cooperação com aliados para mudanças de postura em questões de defesa e economia.
A cúpula também contou com debates sobre comércio, tecnologia e energia. Líderes empresariais apontaram que, apesar do clima tenso, havia espaço para negócios com clientes e parceiros, em meio a discussões sobre IA, stablecoins e riscos políticos.
Entre os encontros paralelos, o atual quadro político internacional ganhou visibilidade. O secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, gerou reação ao criticar políticas europeias durante um jantar. A imprensa acompanhou ainda a presença de figuras como Mark Rutte e a viabilização de acordos.
Em Davos, houve relatos de intensa mobilização de lideranças, com negociações em curso sobre possíveis acordos de paz na região da Ucrânia e encontros entre representantes russos e americanos. A primeira visita de um alto funcionário russo ao evento desde 2022 também foi mencionada pelos participantes.
O encontro marcou ainda a presença de executivos de alto escalão e a participação de nomes como o CEO da BlackRock, que teve papel destacado na organização do programa. A agenda incluiu sessões sobre mudança climática, bem menos frequentes que em edições anteriores. Reuters
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