O conflito na Ucrânia soma quase 2 milhões de letalidades entre mortos, feridos ou desaparecidos, segundo estudo do Center for Strategic and International Studies. As perdas russas aparecem em maior volume, com estimativa de até 325 mil mortos em cerca de 1,2 milhão de vítimas desde o início da guerra. Análises apontam que civis já registraram quase 15 mil mortes verificadas desde 2022.
Na comparação entre lados, as forças ucranianas também registram grande número de vítimas, entre 500 mil e 600 mil, com entre 100 mil e 140 mil mortos desde fevereiro de 2022 até dezembro de 2025. O estudo alerta que as cifras combinadas podem chegar a 1,8 milhão, podendo alcançar dois milhões no início de 2026.
Oėtimo saldo militar não é o único foco: há também ataques com drones e mísseis que continuam em várias regiões do país. Na região de Kharkiv, um drone russo derrubou um trem de passageiros, matando cinco pessoas e ferindo dezenas. O trem transportava mais de 200 passageiros, segundo autoridades locais.
Os ataques também atingiram infraestrutura e cidades vizinhas, elevando o número de mortos no país para 10 em um só dia, com múltiplos feridos. Em Odesa, golpe com drone atingiu área urbana e uma instalação de energia, provocando interrupções de fornecimento. Kyiv informou que centenas de milhares ficaram sem energia e aquecimento.
Paralelamente, autoridades polonesas pediram providências internacionais sobre o uso de Starlink. O ministro das Relações Exteriores da Polônia solicitou que Elon Musk interrompa o acesso russo ao serviço de internet via satélite, após avaliações de que a Rússia usa a tecnologia para orientar ataques com drones. Musk havia negado em 2024 que terminais tenham sido vendidos à Rússia.
A análise acrescenta que as operações russas continuam a depender de apoio logístico de terceiros para manter o fluxo tecnológico, segundo relatos de inteligência e veículos de comunicação internacionais. autoridades ucranianas reiteram a necessidade de cooperação internacional para reduzir danos civis e restaurar serviços básicos.
O balanço de danos humanitários permanece elevado, com milhares de pessoas buscando abrigo, alimentação e assistência médica. Organizações internacionais destacam a importância de medidas para proteção de civis e para o restabelecimento de redes de energia e água, visando evitar agravamento das condições de inverno.
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