Dois a três parágrafos de texto antes do primeiro subtítulo são usados para estabelecer os fatos básicos.
O ataque em Sabon Gari, no estado de Borno, no norte da Nigéria, deixou pelo menos 25 mortos. As vítimas eram trabalhadores que tinham viajado a Sabon Gari para atuar em um canteiro de obras, segundo relatos de familiares.
Os agressores teriam sido milicianos próximos ao grupo Boko Haram. Eles chegaram à cidade na quinta-feira e abriram fogo, conforme relatos de familiares. A confirmação sobre o número exato de vítimas continua sendo atualizada pelas autoridades.
Relatos de familiares: Hassan Usman e Auwal Isa indicam que os trabalhadores eram recrutados localmente para a obra de construção, sem ligação direta com forças de segurança. A senadora Aliyu Ndume, que representa a região, disse estar chocado com a morte de seus constituintes.
Novo ataque em base militar
Numa ofensiva associada, também na quinta-feira, em Borno, pelo menos nove soldados e dois membros de uma milícia civil que os auxilia estavam entre os feridos ou mortos, segundo informações iniciais. A ofensiva ocorreu em uma base do exército após um ataque anterior com impacto significativo.
Borno permanece como epicentro da insurgência islamista de 17 anos, com ataques a comboios militares, civis e instalações estratégicas. A Nigeria atende pressões para reforçar a segurança após acusações de falhas de proteção feitas por autoridades estrangeiras.
As autoridades Nigerianas afirmam cooperação com os Estados Unidos para melhorar a segurança interna depois de ações americanas no final de 2025. Informações oficiais indicam que as investigações seguem para esclarecer autorias e motivações dos ataques.
Relatórios são de Ahmed Kingimi, em Maiduguri, com redação de Elisha Bala-Gbogbo.
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