Lithuania abriu nesta terça-feira uma investigação sobre possível tráfico humano, motivada pela divulgação de documentos nos Estados Unidos que mencionam nomes de lituanos relevantes ligados ao caso Epstein. A mensagem inicial afirma a necessidade de apuração pré-processual para esclarecer circunstâncias duvidosas e cooperação internacional.
O Ministério Público da Lituânia, a partir da Procuradoria-Geral, afirmou que a investigação objetiva apurar a legalidade das ações e o intercâmbio de informações com parceiros, sem identificar suspeitos ou crimes específicos.
O presidente Gitanas Nausėda pediu uma investigação policial firme e baseada em princípios, reforçando a atuação das autoridades diante das informações publicadas.
A imprensa local informa que há menções a modelos e figuras do mundo das artes, contadas nos dossiês divulgados na semana passada pela Justiça dos EUA. Entre os citados está o promotor de um festival.
O promoter Valdas Petreikis, ligado ao festival Midsummer Vilnius, afirmou não ter conhecimento das atividades criminosas de Epstein à época e recusou-se a promover eventos, diante da repercussão pública.
Autoridades policiais e procuradores avaliam as informações tornadas públicas, estudam o enquadramento legal e trocam dados com parceiros internacionais para entender o alcance do caso.
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