Soldados e equipes de remoção de neve atuaram na região de Tóquio e no norte do país para enfrentar quedas recordes neste inverno. A operação ocorreu nesta terça-feira, 3 de fevereiro, com objetivo de desobstruir ruas e evitar novos acidentes em cidades atingidas pelas nevascas.
Em Aomori, a cidade mais atingida pela tempestade, tropas das Forças de Autodefesa foram mobilizadas para lidar com uma pilha de neve de quase dois metros, a maior vista na região em quatro décadas. Em Sapporo, cerca de 1.000 máquinas de remoção colaboraram para limpar aproximadamente 3.800 km de vias.
As nevascas provocaram o fechamento temporário do principal aeroporto de Hokkaido na semana passada, gerando atrasos em viagens, serviços de trem prejudicados e fechamento de algumas rodovias. Em todo o país, mais de 100 pessoas ficaram feridas com gravidade desde 20 de janeiro; 30 morreram, segundo a agência de gestão de desastres.
Desdobramentos operacionais
A agência não detalhou as causas das mortes, mas veículos de veículo de imprensa local reportaram quedas de pessoas de telhados durante a remoção das grandes geleiras de neve. Autoridades reiteram a necessidade de ações rápidas para desobstruir vias críticas.
O uso de forças de autodefesa permanece centrado na assistência a autoridades locais para restabelecer mobilidade. A paralisação de estradas e vias férreas indica impacto significativo no transporte e na logística regional.
As autoridades permanecem em monitoramento, com previsões de novas frentes de neve a serem enfrentadas nos próximos dias. Ainda não há confirmação de mudanças relevantes nas condições de segurança pública ou nas evitar impactos eleitorais.
As autoridades de planejamento mantêm foco em manter vias de emergência desimpedidas e reduzir riscos para moradores, trabalhadores e viajantes que dependem do sistema de transporte durante o período de frio intenso.
Entre na conversa da comunidade