O ex-príncipe Andrew deixou a residência de Windsor na noite de 3 para 4 de fevereiro de 2026, após ordem de Charles III e a divulgação de novos documentos sobre Epstein. A saída ocorreu sem que o monarca tenha comentado o caso publicamente.
Segundo o jornal The Sun, Andrew deixou o Royal Lodge, perto do Castelo de Windsor, na noite anterior, abrindo espaço para a transferência a Sandringham, no nordeste da Inglaterra. A mudança acompanha a pressão causada pelo caso Epstein.
A divulgação dos documentos do Departamento de Justiça dos EUA reacendeu as investigações sobre o pedófilo Jeffrey Epstein e ligações com Andrew. Entre relatos, há imagens não datadas e mensagens envolvendo encontros com Epstein no Reino Unido e nos EUA.
Os materiais incluem cartas de advogados que mencionam encontros com bailarinas exóticas em Palm Beach, bem como propostas de relações simultâneas entre Andrew e Epstein. As informações elevam o escrutínio sobre o ex-príncipe.
Andrew nega qualquer envolvimento em conduta ilegal e não comentou as novas revelações. Ele foi avistado em Windsor, praticando Equitação, mantendo a rotina habitual de atividades ao ar livre.
O governo britânico mantém a posição de prudência em relação à família real. O premiê Keir Starmer sugeriu que Andrew deveria depor em órgãos estadunidenses, como forma de esclarecer o que sabe sobre Epstein.
A ex-esposa Sarah Ferguson também é alvo indireto das divulgações, com mensagens antigas que ilustram apoio financeiro e vínculos com Epstein. A repercussão volta a colocar o casal sob escrutínio público.
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