Oito-9? Não. Mortes de migrantes após colisão de bote com embarcação da guarda costeira grega perto de Chios, no mar Egeu, impressionam autoridades. O acidente ocorreu na noite de terça-feira, quando o barco de migrantes se aproximava de Chios com luzes desativadas. A colisão fez o bote capotar e afundar, levando os passageiros ao mar.
Ao todo, 15 migrantes morreram. Quatro dezenas de pessoas estavam a bordo; 39 viajaram no bote, segundo a guarda costeira. Equipas de resgate trabalharam com cinco barcos, um helicóptero e equipes locais na área a alguns quilômetros da costa turca.
Foram recuperados 14 corpos e salvas 25 pessoas, entre mulheres, homens e menores. Entre os resgatados, há 7 mulheres, 7 homens e 11 menores. Um dos sobreviventes morreu mais tarde no hospital, elevando o saldo fatal.
Entre os sobreviventes, muitos são afegãos, com um passageiro de origem marroquina. A maioria foi encaminhada a hospitais para atendimento médico; o estado de saúde não foi detalhado pela autoridade.
A guarda costeira informou que o barco de oito metros estava superlotado. As autoridades descrevem que houve uma operação de busca e salvamento com apoio de várias embarcações e de um helicóptero. O incidente ocorre em meio a críticas sobre as políticas de migração.
Porto de Chios abriu investigação para apurar as circunstâncias do naufrágio. O caso amplia o debate sobre as abordagens de resgate e as condições de embarcações usadas por traficantes, que seguem sob escrutínio europeu.
Autoridades gregas destacam que o episódio envolve traficantes que exploram pessoas vulneráveis, enquanto a guarda costeira mantém o cumprimento de operações de resgate. O governo não informou novas informações sobre culpabilidade ou medidas adicionais.
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