Morgan McSweeney, chefe de gabinete de Keir Starmer, renunciou ao cargo após uma escalada de desentendimentos sobre supostos complots para derrubar o primeiro-ministro.
A demissão ocorre dias depois de uma operação falha de Downing Street, que buscou reforçar a posição de Starmer ao antecipar resistência a investidas contra sua permanência no poder.
O episódio central envolveu o secretário de Saúde, Wes Streeting, cuja reação à estratégia foi de forte descontentamento, gerando pressão interna sobre McSweeney.
A saída de McSweeney se soma à perda de dois assessores próximos a Starmer, o diretor de estratégia política Paul Ovenden e a chefe de comunicações Steph Driver.
Apesar de ter conduzido o Labour a uma maioria expressiva na eleição de 2024, McSweeney enfrentava críticas internas por um funcionamento Downing Street considerado tático e sectário por alguns MPs.
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