A 61ª Bienal de Veneza terá abertura em 9 de maio de 2026. A mostra principal segue o plano curatorial traçado pela falecida Koyo Kouoh. Países de várias regiões anunciam seus pavilões nacionais e os artistas escolhidos.
A edição acontece no Giardini, Arsenale e espaços em Veneza, até 22 de novembro de 2026. A curadoria está centrada na visão de Kouoh, que morreu aos 57 anos, deixando orientações para o conjunto da mostra.
Australia apresenta Khaled Sabsabi, com organização de Michael Dagostino e Creative Australia. Local: Giardini, onde ficará o pavilhão para o país oceânico.
Austria traz Florentina Holzinger como artista, com o apoio do Ministério Federal da Cultura. O destino do pavilhão é o Giardini, reforçando a programação nacional.
Bahamas indica Lavar Munroe e John Beadle, organizados pela Friends of the Arts e pelo Ministério da Cultura. O espaço será o Centro Cultural Don Orione Artigianelli, em Dorsoduro.
Belgium seleciona Miet Warlop para o pavilhão. A apresentação ficará no Giardini, sob a organização da comunidade flamenga.
Brazil reúne Rosana Paulino e Adriana Varejão, com apoio da Fundação Bienal de São Paulo, do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Cultura. Local: Giardini.
Canada contará com Abbas Akhavan, organizado pela National Gallery of Canada. O pavilhão fica no Giardini, conforme programação divulgada.
India divulgou a participação de cinco artistas: Bala, Sumakshi Singh, Ranjani Shettar, Asim Waqif e Skarma Sonam Tashi. A montagem acontece no Arsenale, segundo a Organização do Governo Indiano.
Ireland apresenta Isabel Nolan como artista, com apoio da Culture Ireland, Douglas Hyde Gallery e Arts Council. Local: Arsenale; a seleção foi anunciada pela imprensa especializada.
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