As queixas de comunidades ficaram em suspenso após a gigante agroindustrial Socfin romper laços com a Earthworm Foundation, instituição de consultoria em sustentabilidade com sede na Suíça. Em 2017, a Socfin enfrentou denúncias de violações de direitos humanos e ambientais em plantações na África e no Sudeste Asiático. A Earthworm foi acionada para investigar as alegações.
As investigações realizadas pela Earthworm Foundation acumularam evidências que endossaram várias denúncias apresentadas por comunidades envolvidas nas operações da Socfin. Entre os pontos apurados, estavam relatos de conduta inadequada e questões de impacto socioambiental associados às atividades da empresa.
O desfecho da cooperação entre as partes ocorreu quando a Socfin decidiu encerrar o relacionamento com a Earthworm Foundation, sem detalhar publicamente os motivos na época. O desencaixe gerou desdobramentos para comunidades locais que aguardam desfechos sobre as investigações e possíveis reparações.
Ainda não há informações públicas sobre desdobramentos legais ou administrativos decorrentes das investigações, nem sobre ações da Socfin para remediar as questões identificadas. A relação entre a empresa, as comunidades afetadas e as avaliações independentes permanece como tema de acompanhamento para relatos futuros.
Entre na conversa da comunidade