O governo do ACT confirmou que levou relatos sobre o destino do jovem, ex-aluno de Canberra, ao departamento de Relações Exteriores, em meio a alegações não verificadas de que ele foi executado no Irã. As informações indicam que a suposta morte ocorreu na semana passada, mas não há confirmação oficial.
As autoridades locais disseram que o jovem, que não era cidadão australiano, deixou de estudar na ACT no ano passado. A direção da escola ofereceu apoio de bem‑estar aos ex‑alunos e informou sobre serviços de apoio à comunidade.
O governo australiano afirmou ter feito representações a Teerã sobre execuções, em várias ocasiões recentes. Um porta‑voz do Departamento de Relações Exteriores reiterou a oposição à pena de morte e pediu o fim de prisões arbitrárias e violência durante protestos no Irã.
Yvette Berry, vice‑chefe de ministérios e ministra da Educação do ACT, informou ao gabinete da ministra Penny Wong que o assunto foi encaminhado em nome da comunidade escolar. Também foi citado que apoio adicional está disponível no local para estudantes.
Fontes locais relatam ainda preocupações com a possível sentença de morte de outro estudante internacional na Austrália, embora os detalhes não tenham sido verificados. O governo federal tem mantido contato com autoridades iranianas sobre o tema.
Contexto geopolítico e de protestos: o Irã vive fases de manifestações que resultaram em ataques e repressão nos últimos meses. Estimativas de mortos variam, com números oficiais e de organizações independentes divergindo amplamente.
A embaixada australiana em Teerã, encerrada após expulsão de diplomatas em 2025, segue sem operações presenciais; o país continua acompanhando desdobramentos e mantendo canais diplomáticos, conforme relatos de imprensa.
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