O ministro britânico para relações com a UE avisou que a estratégia industrial europeia “Made in Europe” pode interromper cadeias de suprimento, elevar custos e criar barreiras comerciais entre o Reino Unido e alguns membros da UE. A observação ocorre enquanto Bruxelas prepara nova legislação.
Nick Thomas-Symonds disse, em evento econômico em Madri, que favorecer produtos europeus em licitações e programas de consumo pode não apenas elevar gastos, mas também afetar a integração de cadeias entre Reino Unido e Espanha. O tom foi de cautela.
A ideia da UE é reduzir dependência de importações e incentivar produção local em setores estratégicos, em meio a um cenário geopolítico instável. O objetivo formal é maior autonomia econômica continentual.
O debate chega em meio a sinalizações do governo de Rún S. do Reino Unido sobre novas pautas com a UE, mantendo abertura para acordos setoriais que ampliem o acesso ao mercado único, conforme avanços de negociação.
Na prática, o plano europeu envolve priorizar conteúdo europeu em aquisição pública, com possível extensão a parceiros confiáveis. A proposta não inclui o Reino Unido, mas abre caminho para futuras inclusões.
Levantamento de agenda europeu aponta que, desde a cúpula na Bélgica, a UE busca competitividade frente EUA e China, diante de tarifas e subsidiação externa. O bloco enfatiza produção local para setores como energia limpa e tecnologia.
Apesar de críticas internas, o Comissário Europeu de Economia prepara a lei de Aceleração Industrial, prevista para este mês, com metas de conteúdo europeu em painéis solares, veículos elétricos e outros itens estratégicos.
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