Andrew Mountbatten-Windsor foi preso em 19 de fevereiro de 2026, em sua residência no Sandringham Estate, no leste da Inglaterra. A ação ocorre no mesmo dia de seu 66º aniversário e mira suspeitas de abuso de poder público por supostamente enviar documentos confidenciais a Jeffrey Epstein.
A polícia Thames Valley informou que prendeu um homem na casa dos 60 anos, de Norfolk, sob a suspeita de abuso de poder público, e que diligências estão ocorrendo em Berkshire e Norfolk. A investigação foi anunciada após uma avaliação minuciosa dos fatos.
Following the arrest, a autoridade de segurança disse que a investigação busca proteger a integridade do processo. A polícia trabalha com parceiros para apurar as alegações e manter o público informado.
Contexto do caso e ligações com Epstein
O ex-príncipe conheceu Epstein em 1999, segundo relatos, por meio de Ghislaine Maxwell. Ele afirmou que a amizade foi circunstancial e que houve momentos em que poderia ter se aproximado dos EUA, sem manter contato próximo.
Em 2001, Virginia Giuffre afirmou ter sido forçada a ter relações com Andrew quando tinha 17 anos. O caso ganhou relevância após os desdobramentos envolvendo Epstein e Maxwell, e após a imprensa publicar detalhes sobre amizades do príncipe.
Em 2011, Andrew deixou o cargo de enviado especial do Reino Unido para o comércio, após críticas sobre sua relação com Epstein. Ele negou repetidamente envolvimento em atividades criminosas no país.
Desdobramentos recentes e status atual
Em 2022, Andrew concordou em acordo civil com Giuffre, sem admitir culpa, com pagamento estimado em milhões de dólares. A família real afirmou não haver conclusão sobre responsabilidade do duque.
No contexto de 2025, Charles III retirou ao príncipe títulos e honras, além de anunciada a expulsão da residência Royal Lodge. A imprensa informou que Andrew viria a residir no patrimônio privado do rei, em Norfolk.
A investigação abriu caminho para possível prisão perpétua caso haja condenação. A polícia informou que o andamento do caso segue sob critérios legais e que novas informações podem levar a atualizações futuras.
O Palácio de Buckingham confirmou apoio às autoridades e ressaltou que o processo deve ocorrer de forma justa e adequada. O monarca expressou preocupação e disse apoiar a investigação.
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