O presidente Donald Trump sinalizou a possibilidade de ataques contra alvos na Irã caso não haja acordo sobre o programa nuclear, com prazo de 10 a 15 dias para receber uma resposta. A postura ocorre à medida que cresce a pressão militar, segundo especialistas, para o uso de força.
Expertos apontam que já existem ativos norte-americanos suficientes no Oriente Médio para iniciar uma campanha aérea, possivelmente com apoio de Israel. A ideia seria, contudo, avaliada quanto a seus objetivos e impactos.
A CGA Carrier Strike Group liderada pelo USS Abraham Lincoln está no Mar da Arábia há quase um mês, com nove esquadrões de aeronaves, incluindo F-35 e F/A-18.
Um segundo grupo de porta-aviões, sob o comando do USS Gerald R. Ford, foi confirmado no Atlântico, a oeste de Marrocos. A expectativa é que siga pelo Estreito de Gibraltar rumo ao Mediterrâneo oriental.
A Ford, o maior porta-aviões do mundo, partiu do Caribe, região ligada a operações recentes na captura de Nicolás Maduro em uma incursão noturna.
Juntos, os grupos de porta-aviões poderiam realizar centenas de missões diárias por semanas, ampliando a intensidade da ofensiva, segundo analistas militares.
Mesmo sem a Ford, aeronaves do Lincoln poderiam cumprir 125 voos de bombardeio diários, elevando a capacidade de atacar alvos governamentais e militares no Irã, caso Trump decida pela ofensiva.
Observa-se um movimento expressivo de aeronaves rumo ao Oriente Médio, com seis E-3 Sentry Awacs implantados na base Prince Sultan, na Arábia Saudita, deslocados dos EUA e do Japão para operações de comando e controle.
A reportagem completa destaca o aumento da pressão dos EUA sobre o Irã, com a situação acompanhada de perto por analistas e autoridades militares, em meio a uma escalada de tensão na região.
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