Em 24 de fevereiro, a China anunciou novas restrições à exportação de terras raras para pelo menos 20 empresas japonesas, aumentando a pressão sobre o novo primeiro-ministro do Japão, Takaichi Sanae, em meio a décadas de atritos.
A medida intensifica o histórico conflito entre Beijing e Tóquio, que, apesar de tentativas de reconciliação, permanecem em impasse. A tensão chegou a um novo capítulo com a decisão de Pequim.
As terras raras são itens-chave para tecnologia e indústria. A China não detalhou prazos nem justificativas, citando tensões regionais como contexto, o que pode afetar cadeias de suprimento japonesas.
Especialistas avaliam que a decisão pode impactar fabricantes japoneses de eletrônicos e automotivos, que dependem desses insumos para produção. O governo japonês ainda não divulgou medidas rápidas de resposta.
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