O aeroporto internacional de Dubai interrompeu as operações até novo aviso, em meio ao caos causado por ataques na região. O fechamento afeta o trânsito entre Occidente e a Ásia, com impacto global no transporte aéreo.
A autoridade de aviação da UE desaconselhou voar para a região. Passageiros, aeronaves e tripulações ficam retidos em diversos aeroportos, enquanto as companhias buscam informações e alternativas de viagem.
Dubai concentra a passagem de cerca de 2.000 aeronaves por dia, de mais de 100 companhias. O fechamento reverbera em Dubai, Doha e Abu Dhabi, que atuam como grandes hubs de trânsito e carga.
O espaço aéreo sobre Irã e países vizinhos foi fechado, ampliando o risco para voos internacionais. Especialistas apontam efeito imediato na aviação regional e no planejamento de rotas.
Dados preliminares indicam cancelamentos substanciais: metade dos voos para Qatar e Israel foi suspensa, cerca de 28% para Kuwait e aproximadamente 24% para a região. Impacto global imediato.
Alguns voos já retornaram a base por risco elevado no trajeto. Em Dubai, um A380 da Emirates retornou a bordo para a base, causando novo quadro de atrasos e reacomodações.
Em Doha, operações de cerca de 1.000 voos diários também foram afetadas, elevando o número de passageiros retidos e criando filas de atendimento em várias rotas.
A Agência Europeia de Segurança Aérea orientou que companhias evitem o espaço aéreo afetado. Companhias como British Airways, Lufthansa, Air France e Iberia anunciaram cancelamentos.
Outras empresas, como Wizz Air e Cathay, indicaram suspensões de voos para a região e linhas associadas. Países vizinhos também ajustaram rotas e horários devido ao risco.
Turkish Airlines, Qatar Airways, Kuwait Airways e Oman Air anunciaram suspensões temporárias em diferentes destinos da região, com impactos adicionais em rotas transcontinentais.
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