Israel e EUA teriam dado por morto o líder supremo iraniano Ali Khameneí, em bombardeios realizados neste sábado. A informação foi publicada por fontes israelenses sob condição de anonimato e corroborada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em suas redes.
Segundo as fontes, o cadáver foi encontrado em um bunker, com indícios visuais do local. Agências iranianas ligadas à Guarda Revolucionária contestaram a versão, mantendo Jameneí supostamente vivo e no comando do confronto.
Jameneí, com 86 anos, lidera o Irã desde 1989, após a morte de Ruhollah Khomeini. Caso a informação se confirme, seria a primeira vez que Israel atinge um líder máximo no poder.
Antes, Netanyahu afirmou ter visto sinais de que Jameneí não estaria mais entre os vivos. O premiê apontou que o ataque eliminou altos funcionários do regime e prometeu ações adicionais contra o que chamou de regime terrorista.
Trump também comentou a notícia em rede social, dizendo que Jameneí foi rastreado com inteligência avançada e que a cooperação entre EUA e Israel levou ao resultado, que qualificou como justiça para várias nações.
Os ataques iniciais, segundo veículos locais, miravam cerca de 30 líderes e comandantes do regime iraniano. A ofensiva conjunta visa, segundo justificativas oficiais, o derrocamento do regime islâmico, vigente desde a Revolução de 1979.
Jameneí nasceu em Mashhad, em 1939, em uma família religiosa. Sua liderança ficou marcada pela oposição ao Ocidente, pelo papel político da teocracia e pela repressão a opositores, mantendo o regime sob forte vigilância internacional.
A atual crise suscita questionamentos sobre a continuidade do governo iraniano, já pressionado por sanções e conflitos regionais. A situação também acende dúvidas sobre a escalada de hostilidades entre Iran e potências ocidentais.
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