Na madrugada deste sábado (28), Israel e Estados Unidos lançaram uma ofensiva coordenada contra o Irã, uma das maiores escaladas bélicas no Oriente Médio dos últimos anos. A operação envolve ataques aéreos e marítimos, com alvos estratégicos iranianos. O objetivo, segundo autoridades, é impedir avanços nucleares e disruptar a capacidade militar do regime.
Sirenes tocaram em cidades do norte e centro de Israel, que buscavam abrigo em bunkers para se proteger de retaliações. Relatos de guide Isaque Levy dizem que o território israelense sofreu pelo menos três ondas de ataques, sem confirmação oficial de vítimas até o momento.
Dentro dos abrigos, imagens mostraram judeus e cristãos em oração. Um vídeo de Levy registrou cristãos com as mãos erguidas, já Samuel Sadka publicou cenas de judeus cantando em Tel Aviv, transformando o abrigo em espaço de adoração.
Pelo outro lado da fronteira, iranianos teriam celebrando nas ruas, segundo vídeos que circulam online. A população local, abalada pela crise econômica e pela repressão, vê na ofensiva uma possível abertura para mudanças políticas.
Contexto da ofensiva
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o regime dos aiatolás não deve possuir armas nucleares e que a ação visa possibilitar que o povo iraniano conduza seu destino. As declarações foram feitas em pronunciamento oficial.
O presidente dos EUA, Donald Trump, informou o início de grandes operações de combate para neutralizar ameaças do Irã. Analistas avaliam que o objetivo pode incluir mudanças de regime, além da contenção militar.
O príncipe Reza Pahlavi, exilado, pediu foco na defesa do Irã e preparação para ações futuras, orientando calma à população e vigilância para os próximos passos.
Detalhes da operação
Agências internacionais indicam que a ofensiva, planejada há meses, envolve ataques aéreos e marítimos a alvos iranianos. Explosões foram registradas em várias cidades, incluindo Teerã, com relatos de fumaça e ataques contínuos. Mísseis de cruzeiro teriam atingido instalações militares e infraestrutura nuclear.
A agência Reuters citou que líderes iranianos como o aiatolá Ali Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian estariam entre os alvos, ainda sem confirmação oficial.
Retaliação e panorama regional
Pouco depois, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e bases americanas na região. Espaços aéreos de países como Iraque, Síria, Líbano, Jordânia e norte da Arábia Saudita foram fechados temporariamente. Em Israel, as sirenes seguem em alerta máximo.
Analistas alertam que o conflito pode se ampliar, envolvendo aliados do Irã, como o Hezbollah, além de forças ocidentais presentes na região. Enquanto governos pedem contenção, a comunidade internacional acompanha desenvolvimentos no curto e médio prazo.
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