O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morreu na madrugada de 28, durante ataques coordenados por Israel e Estados Unidos na capital Teerã. A informação foi confirmada à Fox News Digital por uma alta autoridade israelense, com relato de destruição total do complexo onde ele estaria abrigado.
Khamenei ocupou o poder por mais de 30 anos, liderando a República Islâmica de forma autocrática. Nascido em 1939, integrou o movimento revolucionário de 1979, ascendeu à presidência em 1981 e tornou-se líder supremo em 1989, após a morte de Khomeini.
Acompanhando o anúncio, analistas destacam o papel do líder na consolidação de um aparelho estatal robusto, capaz de sustentar a influência regional do Irã. Paras de autoridades, o regime enfrentou crises internas e tensões com o Ocidente ao longo das décadas.
Contexto regional e desdobramentos
Especialistas avaliam que, mesmo com Khamenei, o Irã mantém estruturas que ultrapassam a figura do líder. A rede de milícias e grupos aliados se manteve ativo, com impactos em várias frentes no Oriente Médio. A Reuters e outras agências ainda não confirmaram oficialmente a veracidade da informação.
Organizações de direitos humanos registraram alta nos números de execuções e repressão dentro do Irã nos últimos anos, elevando o escrutínio internacional sobre o regime. Fontes independentes enfatizam que o próximo cenário dependerá da continuidade institucional criada pelo líder.
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