O presidente Donald Trump divulgou na manhã de sábado que os Estados Unidos e Israel lançaram operações militares de grande escala contra o regime iraniano. A ação ocorreu após anúncios anteriores do governo americano sobre ações prévias e tem como objetivo impedir o Irã de obter armas nucleares e conter ataques de proxies na região. O anúncio ocorreu em meio a uma escalada de tensões entre EUA, Israel e Irã.
Autoridades americanas descrevem as medidas como uma resposta a ameaças imminentes à segurança nacional. O objetivo declarado é defender o povo americano e reduzir a capacidade do Irã de desestabilizar o Oriente Médio. A divulgação ocorreu por meio de pronunciamento público do chefe de Estado e entrevistas posteriores à população.
Diversos líderes globais e legisladores dos EUA reagiram, com posicionamentos que variaram entre condenação, apoio e apelo por contenção. A comunidade internacional acompanha desdobramentos e relata cautela quanto a possíveis consequências humanitárias e políticas.
Reações de líderes globais
França expressou preocupação com as consequências para a paz internacional e afirmou disponibilidade para apoiar parceiros. Os chefes de governo da Alemanha e do Reino Unido destacaram que não participaram dos ataques, mas mantêm diálogo com parceiros regionais e pedem retomada de negociações.
A presidente da Comissão Europeia afirmou que a UE acompanhará a situação e reforçou a proteção de civis, pedindo contenção e observância do direito internacional. O Canadá reiterou apoio ao direito de defesa de Israel e à atuação dos EUA para impedir o desfecho nuclear do Irã.
O premiê australiano declarou solidariedade aos iranianos que lutam contra a opressão e apoio à ação para impedir o Irã de obter armas nucleares. O Irã criticou a operação com a qualificação de ato agressivo contra um Estado-membro da ONU.
No âmbito da Rússia, o Ministério das Relações Exteriores classificou a ação como agressão premeditada, destacando a mobilização militar como indicativo de escalada.
Reações no Congresso dos EUA
Senadores republicanos elogiaram a ação, destacando a necessidade de resposta dura. Já alguns democratas caracterizaram as ações como arriscadas, com potencial de ampliar o conflito na região. Propostas de limitar ou obter autorização formal para novas ações foram apresentadas por membros da oposição.
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