O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, justificou ataques ao Irã como medida para defender os norte-americanos, em pronunciamento veiculado na Truth Social e replicado posteriormente na conta oficial da Casa Branca no Instagram. Segundo Trump, o Irã não poderá dispor de arma nuclear, e a principal meta é eliminar ameaças iminentes ao território dos EUA.
Ele sinalizou disposição para demonstrar força e mencionou planos de destruir mísseis, arrasar a indústria de mísseis e aniquilar a Marinha iraniana. O objetivo declarado é impedir que grupos terroristas da região desestabilizem a área ou o mundo, conforme o presidente. Trump afirmou ainda que o regime iraniano aprenderá que não deve desafiar a força das Forças Armadas americanas.
O líder americano destacou que as Forças Armadas dos EUA iniciaram uma operação de combate no Irã, segundo ele em resposta a investidas anteriores do regime. Trump lembrou ocorrências históricas, como a ocupação da Embaixada dos EUA em Teerã e o atentado de 1983, e afirmou que o regime promoveu violência ao longo de décadas.
Reação de Israel
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, classificou o Irã como terrorista e pediu calma à população, reforçando a defesa civil e anunciando a Operação O Rugido do Ariano nos próximos dias. Ele sustentou que as armas nucleares iranianas representam ameaça à humanidade.
Netanyahu ressaltou que a ação conjunta pode favorecer o povo iraniano a tomar as rédeas do seu destino e chamou diversos grupos étnicos do Irã a se libertarem da tirania. O premiê apontou que o regime do Aiatolá tem histórico de hostilidades contra Israel, aos EUA e ao próprio povo iraniano.
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