O presidente dos EUA anunciou a abertura de uma operação militar contra o Irã, batizada pelo Pentágono como Fúria Épica. O ato teve início neste sábado e ocorreu durante o fim de semana, quando Donald Trump divulgou a decisão a partir da Flórida, em mensagem publicada pela rede Truth Social. O objetivo é eliminar ameaças que o governo americano afirma reconhecer como iminentes.
Segundo o líder republicano, a ofensiva seria de grande escala e essencial para defender o povo americano. Ele disse que as ações visam destruir mísseis adversários, arrasar a indústria de mísseis do Irã e neutralizar a marinha iraniana. O discurso ocorreu sob o selo presidencial, com bandeiras ao fundo e duas cortinas, sem detalhar autorização parlamentar para a operação.
Liberdade e poder para o Irã também ganharam espaço no discurso. Trump pediu explicitamente aos iranianos que tomassem o poder após o término das ações, afirmando que aquela poderia ser a única oportunidade de gerações. Ele reforçou ainda o alerta de que a operação é de grande risco e recomendou que os moradores permaneçam em casa.
Detalhes da operação
O presidente destacou que o objetivo principal é defender os EUA ao eliminar as ameaças do regime iraniano, enfatizando que o confronto seria direto contra capacidades de mísseis e ações militares. Ele indicou que o Irã está buscando reconstruir seu programa nuclear e desenvolver mísseis de longo alcance.
A fala também sinalizou aversão a qualquer ambição nuclear iraniana, com a cobrança de que o regime não obtenha armas nucleares. O líder americano reiterou críticas ao histórico do Irã em relação ao que chamou de terrorismo em massa, destacando o compromisso com a segurança nacional.
Contexto e observações
A fala de Trump mencionou, de forma reiterada, que o Irã não deveria possuir armas nucleares e que o país tem buscado reconstruir seu arsenal. A comunicação pública enfatizou ainda o risco para civis no Irã e a necessidade de cautela diante de ataques que, segundo ele, ocorreriam com bombas em várias regiões.
A Constituição dos EUA é citada como base para o poder de declarar guerra, que recai sobre o Congresso, o que não ficou claro se ocorreu neste caso. O anúncio ocorreu sem detalhes sobre aprovação legislativa, mantendo o tom de divulgação presidencial e de afirmações sobre objetivos de defesa nacional.
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