O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, morreu após ataque militar dos EUA e de Israel ao Irã. A confirmação veio pela mídia oficial iraniana na noite de sábado, em horário de Brasília, início da madrugada em Teerã. Milhares foram às ruas no dia seguinte para protestar e lamentar a perda. O país decretou 40 dias de luto.
No domingo, foi anunciada a criação de um órgão colegiado para suceder Khamenei. O grupo reúne o presidente Masoud Pezeshkian, o chefe do Judiciário, Gholam Hossein Mohseni Ejeie, e o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf. O aiatolá Alireza Arafi foi nomeado para representar o Conselho dos Guardiões.
Portanto, o aiatolá Arafi não é o novo líder supremo. A eleição permanece com a Assembleia dos Especialistas, que deverá escolher o novo líder. O Conselho de Liderança interino assumirá funções e poderes de Khamenei até a decisão da Assembleia.
O assassinato também foi acompanhado de relatos não verificados sobre vítimas na residência do líder e sobre perdas entre familiares, conforme divulgado por veículos iranianos. Autoridades não confirmaram oficialmente essas informações, que circulam entre veículos de comunicação locais.
As Forças Armadas iranianas emitiram uma nota em que prometem retaliação aos EUA e a Israel, com o objetivo de restabelecer a ordem e o caminho do líder falecido. O texto ressalta apoio popular e resistência frente aos ataques.
A estrutura de poder no Irã envolve Executivo, Legislativo, Judiciário e o Conselho dos Guardiões, além da Assembleia dos Especialistas. Este último órgão é responsável por eleger o líder supremo, cargo vitalício, cuja substituição ainda depende do parecer da citada assembleia.
Fontes citadas para o recorte de informações foram a imprensa estatal iraniana, incluindo a agência Isna News e o jornal Terah Times, bem como veículos como Tehral Times para observações sobre as consequências e o contexto político.
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