O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto em ataques aéreos atribuídos aos Estados Unidos e a Israel na manhã de sábado, 28. A confirmação ocorreu pela mídia estatal iraniana, que citou um comunicado oficial sobre o martírio de Khamenei e anunciou 40 dias de luto público.
O texto estatal afirmou que o líder foi morto “em ataque do regime sionista e dos Estados Unidos” e que o gabinete decretou feriados para o período de luto. Horas antes, autoridades iranianas haviam desmentido relatos de Israel sobre a morte.
A princípio, o Irã negou as informações. Em paralelo, o embaixador de Israel em Washington comentou ao Axios que houve ataques; já um porta-voz iraniano disse à ABC que Khamenei ainda estava vivo.
Contexto
O episódio ocorre em meio a tensões entre Irã e Israel, com intervenções e contra-ataques recentes. O Comando Central dos EUA afirmou que não houve mortes ou feridos entre americanos, e que ataques atingiram instalações da Guarda Revolucionária Islâmica, defesa aérea iraniana e bases aéreas.
Relatos apontam que vários alvos iranianos foram atingidos, com impactos em várias províncias. Fontes iranianas disseram que o Irã respondeu, atingindo bases americanas em diferentes locais do Oriente Médio.
As notícias provocaram reações internacionais; autoridades de diversos países chamaram atenção para a escalada. Observadores ressaltam a necessidade de desescalada e de evitar uma guerra ampla no território da região.
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