O Irã intensificou neste domingo a ofensiva contra países árabes que abrigam bases americanas, ampliando a lista de alvos após a invasão de sábado. A ofensiva ocorre dois dias após o início oficial da guerra entre EUA, Israel e Irã, que também segue o assassinato do líder supremo Ali Jamenei.
Ao longo do domingo, Teerã atingiu alvos no Golfo, incluindo Qatar, Bahreín, Emirados Árabes Unidos e Omã, que passou a ser visto como objetivo adicional. O ataque coincidiu com novos ataques a infraestruturas marítimas na região.
Golfo e resposta internacional
Nas águas do Estreito de Hormuz, ocorreu o primeiro ataque direto a uma embarcação petrolífera com bandeira de Palau, fora do território iraniano. O incidente deixou um ferido em Omã e elevou a tensão no corredor marítimo que transporta parte relevante do petróleo mundial.
Na Siria, Jordânia, Iraque e Emirados, o espaço aéreo dessas nações permaneceu fechado por precaução. Porto aéreo de Dubai registrou impactos de projéteis iranianos, afetando o tráfego global de voos. Dados indicam cancelamento de 1.800 voos e atraso de 19.000 até este domingo.
Movimentos no espaço aéreo e impactos
Cidades como Dubái, Abu Dabi, Doha, Manama e outras no Golfo relataram explosões e sirenes. A Guarda Revolucionária afirmou ter bombardeado bases militares no Golfo, sem detalhar alvos específicos. O balanço de danos e vítimas permanece parcialmente confirmado.
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, afirmou que a morte de Jamenei representa uma linha vermelha para EUA e Israel, prometendo retaliação. O discurso foi veiculado pela TV local, sinalizando continuidade do endurecimento das ações.
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