O ataque entre Estados Unidos, Israel e Irã provocou uma escalada regional com impactos gravíssimos. O governo americano informou que continuará bombardear o Irã caso haja represálias por ações de Israel e dos EUA, após ataques iniciados no fim de semana.
A mídia estatal iraniana confirmou a morte do líder supremo, o ayatolá Ali Jamenei, durante a ofensiva. A Guarda Revolucionária anunciou retaliar com a operação mais devastadora já registrada contra bases americanas e alvos israelenses. O governo de Teerã não detalhou números.
De acordo com a mídia, ao menos 200 pessoas morreram e 700 ficaram feridas em Irã, entre elas altas autoridades do regime. O Comando Central dos EUA informou não haver vítimas americanas entre os feridos, enquanto Israel aponta danos a objetivos iranianos e bases na região.
Em resposta ao ataque de Jamenei, a Guarda Revolucionária realizou ataques contra 27 bases dos EUA em Oriente Médio e alvos militares de Israel, segundo a agência Tasnim. O Exército israelense pediu que a população permaneça em locais seguros.
Explosões também foram registradas em Doha, Doha no Qatar, e em outras cidades da região. Catari e Emirados Árabes notaram interceptações de mísseis balísticos, com sirenes de alerta ligadas em vários países. Autoridades locais não confirmaram totais oficiais de vítimas nem danos.
O presidente americano afirmou que a morte de Jamenei pode facilitar uma via diplomática, enquanto o vizinho regional manteve postura de resposta contundente. A comunidade internacional acompanha as ações, com críticas ao uso da força e apelos por retorno à diplomacia.
Antes do agravamento, ocorria uma rodada de negociações sobre o programa nuclear iraniano em Genebra, na qual representantes dos EUA e Irã haviam relatado progresso. Organizações internacionais pedem contenção e retomada de diálogo para evitar uma escalada maior.
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