O chefe executivo da SES afirmou que o espaço se tornou um domínio de combate, exigindo domínio militar em todas as órbitas. A declaração veio durante uma ligação com investidores após a divulgação dos resultados anuais da operadora de satélites.
Al-Saleh destacou que a partilha de inteligência em tempo real entre unidades de defesa é crucial para sistemas militares em rápida evolução. Ele citou a França e o porta-aviões nuclear Charles de Gaulle, que conduziu uma missão no Pacífico com apoio da rede da SES como exemplo.
A SES informou que suas ações subiram cerca de 4% após os resultados. O executivo afirmou que a empresa oferece redes soberanas, com “fatias” de rede sob controle governamental, atendendo à demanda por autonomia europeia e de aliados.
Contexto estratégico
Segundo o CEO, há aceleração global na construção de capacidades espaciais, especialmente nos EUA e na União Europeia, para atender metas de defesa e de NATO. A SES planeja integração vertical para controlar cadeias de suprimento críticas, mirando capacidades dual-use em satélites com uso militar e comercial.
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