O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou que as forças americanas “não atacariam deliberadamente uma escola” após a imprensa iraniana reportar mais de 160 mortos em ataque a uma escola de meninas na cidade de Minab, no sul do Irã. O episódio ocorreu no primeiro dia dos ataques dos EUA e de Israel contra o Irã. Rubio confirmou a posição em coletiva de imprensa na segunda-feira.
A ONU e a Nobel da Paz Malala Yousafzai condenaram o ataque a uma instituição de ensino. O uso de violência contra escolas, hospitais ou estruturas civis é considerado crime de guerra sob o direito humanitário internacional.
Reação oficial e investigações
Rubio afirmou que, se o ataque for confirmado como realizado pelos EUA, o Departamento de Guerra investigaria o caso e ele ressaltou: os EUA não atacariam deliberadamente uma escola. O Pentágono e o Comando Central dos EUA não responderam de imediato aos pedidos de comentário. O Comando Central disse estar apurando relatos de danos civis.
A representante da ONU para pazbuild, Rosemary DiCarlo, informou que tem conhecimento dos relatos sobre as mortes e que as autoridades americanas investigam o ocorrido. Ela ressaltou a gravidade das informações, sem detalhar o que ocorreu.
Contexto da operação
O Reino Unido e Israel iniciaram ataques contra o Irã no fim de semana, com ampliação da ofensiva após retaliação iraniana. O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi comunicado como falecido ao longo do fim de semana. O ex-presidente Donald Trump mencionou que a operação pode se estender por semanas.
Reuters mantém apuração em curso e não confirmou de forma independente as informações sobre o ataque na escola de Minab. Fontes oficiais dos EUA e de Israel não apresentaram posição final até o início desta edição.
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