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Trump defende ataques ao Irã; republicanos, democratas cobram voto sobre poderes de guerra

Republicanos defendem que ataques ao Irã estavam dentro da autoridade do presidente; democratas pressionam votação de poderes de guerra

U.S. Speaker of the House Mike Johnson (R-LA) speaks to the media following a briefing for Congressional leaders on the situation in Iran, on Capitol Hill in Washington, D.C., U.S., March 2, 2026.
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O governo americano afirma que os ataques contra a Iran foram realizados dentro da autoridade do presidente como comandante-em-chefe. A declaração ocorre após o ataque de Israel e EUA contra o Iraque, com a Casa Branca defendendo a operação como necessária à defesa. A informação foi apresentada a líderes do Congresso na segunda-feira.

Secretários de Estado, Defesa e o diretor da CIA, além do presidente do Estado-Maior, reuniram-se com líderes parlamentares para explicar a operação. A reunião ocorreu em Washington, dois dias depois dos bombardeios coordenados entre Israel e forças americanas. A justificativa apresentada aponta ameaça iminente e defesa dos interesses americanos.

Democratas contestam a legalidade do ataque sem autorização do Congresso e destacam o papel da Câmara e do Senado na declaração de guerra. Também questionam a consistência das razões apresentadas para agir neste momento. O escrutínio ocorre em meio a mortos e tensões na região.

Divergências entre poderes

Senadores e deputados analisam os argumentos e aguardam votações sobre resoluções de poderes de guerra, previstas para esta semana. Tais propostas buscam limitar ações militares sem aprovação congressual, sob a guarda da Constituição que atribui ao Congresso o poder de declarar guerra.

Enquanto isso, o governo sustenta que a operação foi limitada em alcance e objetivo, visando evitar uma escalada maior. A administração planeja retornos à capital para futuras briefings ao Senado e à Câmara, com o objetivo de esclarecer a atuação recente.

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