Os Estados Unidos reiteraram o chamado aos seus cidadãos para deixarem o Oriente Médio, à medida que o conflito com o Irã entra no quarto dia. A orientação atual envolve várias nações da região, citando riscos de segurança significativos.
O pedido foi feito na segunda-feira pela subsecretária de Estado para assuntos consulares, Mora Namdar. A recomendação abrange Bahrain, Egito, Irã, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Qatar, Arábia Saudita, Síria, Emirados Árabes e Iêmen. A orientação é clara: depart now.
Quase toda a região registra interrupções de viagens, com cancelamento de milhares de voos e restrições de espaço aéreo. Tais limitações dificultam saídas em massa de civis, incluindo turistas e estrangeiros.
Muitos cidadãos norte-americanos já estavam no local sem aviso prévio suficiente antes dos ataques iniciais de sábado. A Embaixada dos EUA em Jerusalém pediu que funcionários considerassem deixar o país, embora sem pânico.
Após o início das operações, o Departamento de Estado emitiu alerta de segurança para americanos no mundo todo, com atenção especial ao Oriente Médio, citando prováveis indisponibilidades de mobilidade.
Em Kuwait, a Embaixada dos EUA cancelou atendimentos consulares regulares e de emergência, mantendo o prédio fechado até novo aviso. Em Riyadh, a embaixada dos EUA pediu abrigo aos cidadãos na cidade.
Os ataques aumentaram a pressão sobre infraestruturas civis e serviços, com relatos de ataques a alvos civis em várias cidades. Em resposta, várias missões americanas ordenaram abrigo ou fechamento temporário de instalações.
A troca de ataques envolve também aliados na região. Drones e mísseis atingem posições militares e instalações de segurança, com interrupções nos serviços locais e respostas diplomáticas em curso.
As operações, batizadas pela coalizão como Epic Fury, seguem com ações direcionadas a capacidades iranianas de ataque. Autoridades americanas afirmam que o objetivo é prejudicar alvos que representam ameaça imediata.
A comunidade internacional observa o desdobramento, com avaliações sobre impactos humanitários na região. Organizações humanitárias já alertam para deslocamentos e dificuldades de acesso a ajuda.
Em paralelo, relações com aliados europeus variam. Países elogiam ou criticam reações de governos parceiros, enquanto discussões sobre uso de bases e cooperação militar permanecem em pauta.
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