O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã intensificou-se, com bombardamentos mútuos e ações militares na região. A ofensiva, iniciada no fim de semana, envolve ataques a alvos iranianos e resposta de Teerã, além de movimentações de aliados na região.
Os Estados Unidos e Israel mantêm pressão militar sobre o Irã, buscando neutralizar mísseis, drones e infraestrutura estratégica. Fontes do governo americano indicaram que a operação visa também degradar a capacidade nuclear do regime.
Na região, um submarino dos EUA afundou uma embarcação de guerra iraniana próximo à costa sul de Sri Lanka, provocando dezenas de mortos. O incidente elevou o risco de confrontos no Oceano Índico e gerou novas tensões diplomáticas.
Ação de Israel e resposta regional
Israel conduziu uma nova rodada de ataques aéreos em Teerã e Beirute, com alvos ligados a setores vinculados ao grupo Hezbollah. Em um episódio sem precedentes recentes, um caça F-35 israelense abatou um jato Yak-130 de origem russa sobre Teerã.
Qatar condenou os ataques de Teerã contra alvos no Golfo e afirmou que o Irã busca arrastar vizinhos para o conflito. A aproximação ocorre em meio a tentativas de mediar a crise no Golfo.
Reações de aliados e serviços de defesa
A Turquia acusou o Irã de disparar mísseis contra seu espaço aéreo, acionando defesas da Otan. Em resposta, a aliança reiterou apoio aos seus membros, destacando a importância de coordenação entre aliados. A Otan reforçou que não planeja envolvimento direto no conflito.
O secretário-geral da Otan ressaltou que a organização não busca ser parte direta da operação, mas que aliados podem agir individualmente para defender seus interesses. Outros países, como França, deslocaram ativos militares para regiões estratégicas, citando a proteção de parceiros.
Perspectivas diplomáticas
O presidente francês ordenou a deslocação de uma porta-aviões para o Mediterrâneo, citando ameaças na região. Aimam manter-se próximos de seus cidadãos e de parceiros europeus. Enquanto isso, o primeiro-ministro do Canadá pediu desescalada, criticando a forma de atuação de EUA e Israel e defendendo consulta a organismos internacionais.
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