Novas explosões abalaram Teerã na noite de terça-feira, 10, após o anúncio dos EUA de intensificar ataques no dia. O alvo não foi confirmado, mas o ataque ocorreu por volta das 20h30 no horário local, em meio a tensões entre Irã e Israel.
O Irã lançou sua ofensiva com mísseis e drones contra Israel e governos árabe-petroleiros, alguns abrigando bases norte-americanas. O objetivo não foi especificado pelas fontes oficiais, mas o contexto envolve retaliação e dissuasão.
Fontes locais relataram silêncio de órgãos oficiais e dificuldade de comunicação. Moradores mencionaram lojas fechadas, escolas ausentes e ruas com presença de indivíduos armados. O cenário econômico global reagiu com cautela aos desdobramentos.
Em relação ao Golfo, a refinaria de Ruwais, nos Emirados Árabes, foi fechada após ataques de drones, segundo testemunhas. Não houve confirmação de danos graves pelas autoridades emiratis. Testemunhos locais indicaram fogo e explosões no complexo.
Os EUA alertaram o Irã para evitar afetar a oferta mundial de petróleo, mas a mensagem foi recebida com firmeza por autoridades iranianas. O porta-voz da Guarda Revolucionária reiterou resistência e afirmou que o Irã protegerá seus recursos naturais.
Informações adicionais apontam ainda que o secretário de Energia dos EUA mencionou escolta de petroleiros no Estreito de Ormuz, diferença de relato ocorreu posteriormente, conforme nota oficial. A Casa Branca negou a afirmação inicialmente veiculada.
A Guarda Revolucionária e autoridades iranianas manteram tom desafiador, destacando que não permitirão interrupções na exportação de petróleo da região. O Estreito de Ormuz permanece em foco estratégico, com impactos potenciais nos mercados.
Paralelamente, a Aramco destacou a importância da retomada do transporte marítimo no estreito, em meio a pedidos da União Europeia para reduzir impostos de energia. O chanceler alemão pediu evitar uma escalada prolongada do conflito.
No Irã, o Ministério da Inteligência informou a prisão de 30 suspeitos de espionagem, incluindo um estrangeiro, sem confirmar nacionalidade. O anúncio coincidiu com mudanças de liderança e debates sobre a legitimidade das ações.
Os ataques também ocorreram enquanto o Líbano vivenciava ataques israelenses contra o movimento Hezbollah, com o governo libanês informando o deslocamento de quase 760 mil pessoas. O cenário regional permanece tenso e volátil.
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