A viabilidade de uma operação de forças especiais para destruir o programa nuclear do Irã exigiria uma ação militar de grande envergadura, possivelmente uma das maiores já realizadas, com pénétração profunda no território iraniano.
No ano passado, informes apontaram que o Irã manteve parte de seu urânio altamente enriquecido, estimado em cerca de 400 kg, suficiente para alimentar aproximadamente dez armas caso o enriquecimento fosse reduzido ou promovido. A viabilidade de extrair esse material é questionada por especialistas.
O senador Marco Rubio mencionou que apenas uma ação desse porte poderia alcançar o objetivo, destacando a necessidade de um plano com alcance logístico elevado e coordenação entre diferentes forças. A ideia de uma ofensiva tão ampla envolve riscos regionais e desafios estratégicos significativos.
Analistas ressaltam que qualquer operação enfrentaria barreiras técnicas, geográficas e de defesa aérea, além de implicações políticas regionais. A discussão permanece no campo da avaliação de risco versus benefício, sem uma conclusão óbvia sobre a viabilidade.
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