O Exército de Israel informou na madrugada desta segunda-feira que lançou uma ofensiva terrestre “limitada e seletiva” no sul do Líbano, contra a milícia Hezbollah. A operação visa ampliar a zona de defesa ao norte, após ataques com artilharia e aviões contra alvos na região. O objetivo, segundo as forças israelenses, é destruir infraestrutura terrorista e impedir ataques contra civis.
Paralelamente, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou a bordo do Air Force One que mantém conversas com sete países para formar uma coalizão que restaure o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. A iniciativa busca manter a passagem segura para o comércio internacional, diante da escalada na região.
Repercussões regionais
A mesma sequência de eventos desencadeou medidas preventivas em Dubai, onde as autoridades de aviação suspenderam temporariamente voos no Aeroporto Internacional, após incidente com drone que provocou um incêndio próximo ao terminal, sem vítimas.
Desdobramentos no Golfo
Em Abu Dabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, foi informado que um míssil atingiu um veículo civil na área costeira de Al Bahyah, resultando em uma morte oficial. As autoridades não detalharam a origem do explosivo, mantendo o foco em investigação e segurança local.
Contexto geopolítico
Analistas ressaltam que a escalada envolve várias frentes, com ações militares, pressão diplomática e impactos sobre o abastecimento de energia. A esse conjunto se soma a busca por legitimidade e estabilidade regional, com diferentes atores observando os desdobramentos.
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