O Rio de Janeiro ganhou destaque no turismo global ao sediar a 20ª edição do SAHIC Hotel & Tourism Investment Forum Latin America & The Caribbean, que ocorreu de 22 a 24 de março. O encontro reuniu mais de 350 executivos, investidores e representantes de redes hoteleiras. A região é apontada como campo fértil para novos investimentos, mesmo em cenários internacionais voláteis.
O evento sinaliza mudanças que podem impactar viajantes, com foco em conectividade, oferta de hospedagem e preços. Autoridades locais mostraram otimismo sobre o crescimento econômico ligado ao setor de turismo. A perspectiva é ampliar o fluxo de visitantes e as oportunidades para serviços ligados à hotelaria.
Aumento de mobilidade e conectividade
Durante a abertura, o prefeito Eduardo Cavaliere destacou um novo ciclo de crescimento para o Rio. O Aeroporto Internacional do Galeão deve ultrapassar 23 milhões de passageiros em 2026, o que deve ampliar voos e rotas internacionais. Com mais voos, cresce a demanda por hospedagem, influenciando tarifas.
Mudanças no mercado de hospedagem
Entre os temas em pauta, destacou-se o crescimento das branded residences, imóveis residenciais de alto padrão integrados a serviços hoteleiros. O movimento explica a chegada de novos hotéis e experiências mais modernas, refletindo transformações no mercado de hospedagem.
Brasil recebe reforço de redes globais
Executivos presentes afirmaram que o Brasil continua como prioridade de expansão para redes internacionais. Grupos como Accor e BWH Hotels já ampliam atuação na região, com projetos de luxo e também opções econômicas para atender o público jovem e viajantes com orçamento reduzido.
Novos hotéis com foco em custo-benefício
Durante o encontro, a Marriott International informou a assinatura de sete hotéis City Express no Brasil, com cerca de 945 quartos. A expansão acontece, principalmente, no Nordeste e no Sudeste, aumentando a oferta de hospedagem acessível no país.
Impacto esperado para o consumidor
A combinação de mais voos e mais opções de hospedagem tende a aumentar a competição entre redes e reduzir custos para alguns perfis de viajantes. A tendência aponta para preços mais competitivos e maior diversidade de serviços no mercado brasileiro.
Entre na conversa da comunidade