O Exército de Portugal realiza o exercício Strong Impact 2026 no Campo de Treinamento de Santa Margarida, em Constância. A atividade envolve testes de drones de ataque, alinhando-se a práticas de forças aliadas da OTAN. O objetivo é modernizar o armamento e testar o uso de sistemas não tripulados.
A resposta do Exército descreve os drones de decolagem vertical como munições que circulam sobre uma área, aguardando o momento certo para atacar. Esses sistemas permitem monitoramento em tempo real e decisão de ataque com maior precisão, reduzindo danos colaterais.
O Strong Impact 2026 começou em 16 de março e encerra nesta quarta-feira. Participam 417 militares de várias nações da OTAN, incluindo 320 do Exército Português, 91 do Exército Espanhol, além de quatro franceses e dois observadores da Romênia. O dia final deve contar com a apresentação pública das munições de ataque.
Participantes e objetivos
- Elemento-chave: uso de munições de reconhecimento e ataque com autonomia, no âmbito do projeto de Sistemas Robóticos e Autônomos.
- O aparelho Elanus já havia sido testado na edição anterior, com alcance de 50 km, 30 minutos de voo e payload de 3 kg.
- O objetivo do exercício é desenvolver capacidades das unidades de Artilharia e Defesa Aérea, integrando forças aliadas e estimulando produção de armamento de maior alcance no país.
Contexto e desdobramentos
- A cooperação com a empresa UAVision, no âmbito do programa de modernização, já havia ocorrido em 2025 durante o mesmo evento.
- A iniciativa busca ampliar a capacidade operacional de combate com menor risco de danos civis e maior controle sobre as operações de ataque.
- Ao final, a força portuguesa deverá apresentar as munições de voo controlado ao público participante e à imprensa, conforme orientação institucional.
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