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Guerra no Oriente Médio completa um mês com novos bombardeios e Houthis

Oriente Médio completa um mês de conflito com novos bombardeios; houthis entram no conflito ao atacar Israel, elevando a tensão regional

Guerra no Oriente Médio completa um mês com novos bombardeios e entrada do grupo houthis
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A guerra no Oriente Médio completa um mês com novos bombardeios em diferentes países da região. Nesta terça, o grupo houthis, do Iêmen, entrou no conflito ao atacar Israel. O míssil foi interceptado pela defesa aérea israelense, mas os houthis disseram que irão manter a ofensiva. O grupo já apoiou ações contra embarcações no Mar Vermelho durante o conflito entre Israel e o Hamas.

Além disso, ataques com origem no Irã atingiram Israel. Um míssil atingiu uma área residencial no centro do país, deixando 11 feridos, e outro bombardeio provocou uma morte em Tel Aviv. O Irã também atingiu uma base na Arábia Saudita, ferindo 12 militares americanos, e lançou drones contra um navio dos EUA em Omã. Em resposta, Israel atingiu instalações do governo iraniano em Teerã.

Desenvolvimento regional

A tensão se espalha pela região, com reforços na fronteira com o Líbano e ataques a alvos ligados ao Hezbollah, que resultaram na morte de três jornalistas. Os EUA deslocaram o porta-aviões USS Tripoli para o Oriente Médio. O presidente Donald Trump descartou uma operação terrestre contra o Irã. Protestos contra a guerra reuniram milhares de pessoas nos EUA e em Israel.

Repercussões militares e políticas

Nas primeiras 24 horas, os EUA teriam atacado mais de mil alvos no Irã, enquanto a força aérea israelense atingiu cerca de 750 alvos. A ofensiva mirou autoridades do regime iraniano, incluindo o líder supremo Ali Khamenei. Quinze dias depois, Ali Larijani foi morto, chefe do conselho de segurança. Mojtaba Khamenei, novo líder, ficou ferido e não aparece em público desde então.

Situação estratégica e respostas

O Irã reagiu com mísseis de fragmentação contra Israel, ferindo civis, principalmente em Tel Aviv. Bases e embaixadas americanas também foram atingidas no Oriente Médio. O estreito de Ormuz tornou-se foco de tensão, com tentativas de bloqueio que afetam o comércio e o petróleo. O Hezbollah intensificou ataques; Israel criou uma zona de segurança na fronteira com o Líbano.

Impacto em civis e mobilidade

Moradores de Tel Aviv enfrentam restrições, com escolas fechadas, transporte reduzido e voos cancelados. A saída do país ocorre por vias terrestres, como Egito e Jordânia. Especialistas avaliam que, apesar de tentativas de cessar-fogo, não há perspectiva de fim rápido para o conflito.

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